A raposa e o cacho de uva
A raposa e o cacho de uva é uma fábula pequena, mas podemos tirar várias conclusões e ensinamentos da mesma.

A raposa e o cacho de uva
Faminta, uma raposa tentava pegar um cacho de uva numa alta videira, saltando com todas as forças.
Como não conseguiu alcançá-lo, disse, afastando-se:
- Ainda não estão maduras; não quero apanhá-las verdes.

Moral da história: Quem desdenha quer comprar
Qual é a moral da fábula A raposa e o cacho de uva?
A moral de A Raposa e o Cacho de Uva, resumida no ditado popular "quem desdenha quer comprar", é sobre a tendência humana de desvalorizar aquilo que não conseguimos alcançar, para não admitir a própria frustração. A raposa, incapaz de pegar as uvas, finge que elas não valiam a pena.
Sobre a fábula A raposa e o cacho de uva
A Raposa e o Cacho de Uva é uma das fábulas mais famosas do mundo, com origem atribuída a Esopo e popularizada em latim pelo fabulista romano Fedro, no século I. A expressão "uvas verdes", usada até hoje para descrever quem despreza o que não conseguiu obter, vem diretamente dessa fábula.
Perguntas sobre a história da A raposa e o cacho de uva
Qual é a moral da fábula A Raposa e o Cacho de Uva?
A moral, resumida no ditado "quem desdenha quer comprar", é que costumamos desvalorizar aquilo que não conseguimos alcançar, para não admitir a própria frustração — a raposa diz que as uvas estão verdes só porque não conseguiu alcançá-las.
De onde vem a expressão "uvas verdes"?
A expressão vem exatamente dessa fábula: quando alguém finge não querer algo que na verdade não conseguiu obter, diz-se que está com raiva das "uvas verdes", numa referência direta à raposa da história.
Quem escreveu a fábula A Raposa e o Cacho de Uva?
A origem é atribuída a Esopo, mas a versão mais difundida em latim foi escrita por Fedro (Phaedrus), fabulista romano do século I que adaptou fábulas gregas e criou outras próprias.