O Galo e a Pedra Preciosa

A Utilidade determina o Valor das coisas

O Galo e a Pedra Preciosa

O Galo e a Pedra Preciosa

Um Galo, que procurava ciscando no terreiro, alimento para ele e suas galinhas, sem querer, acaba por encontrar uma pedra preciosa de grande beleza e valor.

Mas, depois de observá-la e examiná-la por alguns instantes, se volta e comenta desolado:

- Ora, Ora, se ao invés de mim, um lapidário tivesse te encontrado, ele decerto não iria se conter diante de tamanha alegria. No entanto, eu te achei e de nada me serves. Antes disso, preferia ter encontrado um simples grão de milho ou um bichinho, ao invés de todas as jóias do Mundo!

Qual é a moral da fábula O Galo e a Pedra Preciosa?

A moral de O Galo e a Pedra Preciosa é que o valor de algo depende do que realmente precisamos naquele momento. Para o galo, faminto e prático, um simples grão de milho vale muito mais do que uma pedra preciosa que não pode comer — mostrando que a utilidade determina o valor das coisas, não seu preço de mercado.

Sobre a fábula O Galo e a Pedra Preciosa

O Galo e a Pedra Preciosa é uma fábula atribuída a Esopo, fabulista grego que viveu há mais de 2.500 anos, conhecido por usar animais do dia a dia para questionar o que realmente tem valor na vida.

Perguntas sobre a história da O Galo e a Pedra Preciosa

Qual é a moral da fábula O Galo e a Pedra Preciosa?

A moral é que o valor de algo depende do que realmente precisamos: para o galo faminto, um grão de milho vale mais que uma pedra preciosa, mostrando que a utilidade determina o valor das coisas.

Por que o galo não ficou feliz ao encontrar a pedra preciosa?

Porque ele procurava alimento para si e suas galinhas, e uma pedra preciosa, por mais valiosa que fosse para um joalheiro, não servia para matar sua fome.

Quem escreveu a fábula O Galo e a Pedra Preciosa?

A fábula é atribuída a Esopo, fabulista grego que viveu entre os séculos VII e VI a.C., autor de diversas histórias que questionam o real valor das coisas.