O Corvo E O Jarro
Onde a força falha, a inteligência vence

O Corvo E O Jarro
Fábula O Corvo E O Jarro
Um corvo, quase morto de sede, foi a um jarro, onde pensou encontrar água. Quando meteu o bico pela borda do jarro, verificou que só havia um restinho no fundo. Era difícil alcançá-la com o bico, pois o jarro era muito alto.
Depois de várias tentativas, precisou desistir, desesperado. Surgiu, então, uma idéia em seu cérebro. Apanhou uma pedra e jogou-o no fundo do jarro. Jogou mais uma e muitas outras.
Com alegria verificou que a água vinha, aos poucos, se aproximando da borda. Jogou mais algumas pedras e conseguiu matar a sede, salvando a vida.
Vídeo da Fábula O Corvo E O Jarro
Qual é a moral da fábula O Corvo E O Jarro?
A moral de O Corvo e o Jarro é que a inteligência e a criatividade podem superar limitações físicas diante de um problema. Incapaz de alcançar a água no fundo do jarro só com o bico, o corvo tem a ideia de jogar pedras lá dentro até que o nível suba o suficiente para matar sua sede — mostrando que, onde a força falha, a esperteza vence.
Sobre a fábula O Corvo E O Jarro
O Corvo e o Jarro é uma das fábulas mais conhecidas atribuídas a Esopo, fabulista grego que viveu há mais de 2.500 anos. A história é tão popular que já foi usada até em estudos científicos reais sobre a inteligência de corvos, que de fato conseguem resolver esse tipo de problema na natureza.
Perguntas sobre a história da O Corvo E O Jarro
Qual é a moral da fábula O Corvo e o Jarro?
A moral é que a inteligência pode superar limitações físicas: incapaz de alcançar a água com o bico, o corvo joga pedras dentro do jarro até a água subir o suficiente para matar sua sede, mostrando que onde a força falha, a esperteza vence.
Quem escreveu a fábula O Corvo e o Jarro?
A fábula é atribuída a Esopo, fabulista grego que viveu entre os séculos VII e VI a.C., autor de diversas histórias com animais que ensinam lições sobre inteligência e comportamento.
Corvos de verdade conseguem resolver esse tipo de problema?
Sim. Estudos científicos já mostraram que corvos e gralhas realmente têm a capacidade de jogar objetos dentro de recipientes com água para elevar o nível e alcançar o líquido, confirmando na vida real a esperteza retratada na fábula.