O cedro

O cedro queria ser a árvore mais bonita do mundo. Não deu certo!

O cedro

O cedro

Era uma vez um cedro que sabia o quanto era bonito.

Ficava no centro do jardim e era mais alto que todas as outras árvores.

A fábula do Cedro de Leonardo da Vinci

- Como seria eu se produzisse frutos? - pensou ele - seria certamente a árvore mais bonita do mundo.

E então começou a observar as outras árvores e tentou imitá-las. Finalmente, bem no alto do cedro, surgiu um lindo fruto.

- Agora preciso alimentá-lo - pensou o cedro consigo mesmo - preciso ajudá-lo a crescer.

E o fruto começou a crescer e a inchar até tornar-se grande demais. O topo do cedro não conseguiu mais suportar-lhe o peso e começou a curvar-se. E quando o fruto amadureceu, o topo, que fora o orgulho e a alegria da árvore, ficou pendurado com um ramo partido.

Fábulas de Leonardo da Vinci

Qual é a moral da fábula O cedro?

A moral de O Cedro é sobre os riscos da vaidade e da ambição além do que é natural: o cedro, já a árvore mais bonita e alta do jardim, não se contenta e deseja também dar frutos como as demais árvores. Ao conseguir, o próprio peso do fruto acaba quebrando o galho que era seu maior orgulho.

Sobre a fábula O cedro

O Cedro é uma fábula de Leonardo da Vinci (1452-1519), que usava árvores e plantas em seus escritos para refletir sobre vaidade, ambição e os limites da natureza de cada ser.

Perguntas sobre a história da O cedro

Qual é a moral da fábula O Cedro?

A moral é sobre os riscos da vaidade e da ambição além do natural: o cedro, já a árvore mais bonita do jardim, quer também dar frutos como as outras, mas o peso do próprio fruto acaba quebrando o galho que era seu orgulho.

Por que o cedro quis produzir frutos?

Porque, mesmo sendo a árvore mais alta e bonita do jardim, o cedro observou as outras árvores frutíferas e desejou ser ainda mais especial, imitando-as até conseguir gerar um fruto.

Essa fábula também é de Leonardo da Vinci?

Sim, é uma das fábulas curtas escritas por Leonardo da Vinci, usando árvores para refletir sobre vaidade e os limites da própria natureza.