O cachorro e o ladrão

A fábula conta a história da inteligência do cão de guarda sendo fiel ao seu dono mesmo quando lhe oferecem o que ele mais gosta

O cachorro e o ladrão

O cachorro e o ladrão

Um ladrão quis um dia entrar numa casa para roubar.

Mas o cão que guardava a casa começou a latir para chamar os donos.

O ladrão jogo-lhe um pedaço de carne para acalmá-lo.

O cão recusou a carne dizendo:

- Você está me dando a carne para entrar, mas meu dono me sustenta a vida inteira. Por um pedaço de carne que você me dá hoje eu amanhã posso morrer de fome.

Qual é a moral da fábula O cachorro e o ladrão?

A moral de O Cão de Guarda e o Ladrão é que a lealdade verdadeira não pode ser comprada por vantagens momentâneas. Mesmo tentado por um pedaço de carne, o cão recusa a oferta do ladrão, entendendo que seu dono garante seu sustento para toda a vida, enquanto a carne oferecida seria apenas um benefício passageiro.

Sobre a fábula O cachorro e o ladrão

O Cão de Guarda e o Ladrão é uma fábula atribuída a Esopo, fabulista grego que viveu há mais de 2.500 anos, conhecido por usar cães e outros animais domésticos para ensinar lições sobre lealdade e integridade.

Perguntas sobre a história da O cachorro e o ladrão

Qual é a moral da fábula O Cão de Guarda e o Ladrão?

A moral é que a lealdade verdadeira não pode ser comprada por vantagens momentâneas: mesmo tentado por um pedaço de carne, o cão recusa a oferta do ladrão, entendendo que seu dono garante seu sustento para toda a vida.

Por que o cão recusou a carne oferecida pelo ladrão?

Porque percebeu que aceitar a carne significaria trair seu dono, que o sustentava todos os dias, em troca de um benefício único e passageiro oferecido por um estranho com más intenções.

Quem escreveu a fábula O Cão de Guarda e o Ladrão?

A fábula é atribuída a Esopo, fabulista grego que viveu entre os séculos VII e VI a.C., autor de diversas histórias sobre lealdade usando cães e outros animais domésticos.